Vigilância em Saúde reforça cuidados com animais peçonhentos
Publicado em: 14/02/2012 - 10:31 | Atualizado em: 20/05/2012 - 23:39
Publicado em: 14/02/2012 - 10:31 | Atualizado em: 20/05/2012 - 23:39
Neste ano, o Departamento Municipal de Vigilância em Saúde não recebeu notificações sobre acidentes com animais peçonhentos. No entanto, esta é a época em que as chances de ocorrer casos dessa natureza aumentam. "Por isso, estamos atentos junto ao Programa de Combate a Endemias, para a exterminação de locais propícios ao alastramento desses animais", explica o chefe do departamento, Alfonso Bruzamarello.
Temidos pelas pessoas, os animais peçonhentos estão presentes tanto em meios urbanos quanto em rurais. Cobras, aranhas, escorpiões, lacraias, taturanas, vespas, formigas, abelhas e marimbondos são exemplos dessa categoria.
Porém, para que não se crie um medo inconsciente desses animais, é necessário conhecer mais sobre o assunto. Basicamente, é fundamental diferenciar animais peçonhentos de animais venenosos. Os peçonhentos, além de possuírem veneno, têm um mecanismo especializado de inoculação, a peçanha, utilizada como arma de caça ou de defesa. "É comum encontrá-los em locais abandonados, depósitos e entulhos de material de construção, como tijolos, madeiras e folhas de amianto, pois oferecem o necessário para eles, que é abrigo longe do sol, água e alimento", destaca Alfonso.
Morcegos
Outro animal encontrado com mais frequência nesta época é o morcego. Embora a espécie localizada no município não ofereça risco à saúde humana, sua simples presença pode causar incômodo. "Os morcegos encontrados aqui são frugívoros, ou seja, sua dieta alimentar consiste apenas em frutos. Porém, seus voos rasantes, passando perto da cabeça de quem está na rua, e a sujeira que causam, como excrementos, incomodam bastante", diz o diretor.