Test drive com o SUV Freemont e o 'nanico' 500
Publicado em: 16/09/2011 - 10:18 | Atualizado em: 21/05/2012 - 19:58
Publicado em: 16/09/2011 - 10:18 | Atualizado em: 21/05/2012 - 19:58
| Foto de Alexandre Baggio/JdeB |
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| O Cinquecento chama atenção pelo tamanho, mas não deixa de ser um carro confortável. |
Quando pensei em apertar o alarme do Freemont para a abertura das portas só ouvi o gerente da Bevel, Ari Gavioli, dizer: "Não precisa apertar nada. Só chega perto do carro". Segui as recomendações e, naquele instante, descobri uma das principais novidades do lançamento: as chaves com sensores de proximidade. Estando com a chave na mão ou no bolso, você só aperta um botão na porta e ela destrava. O sistema conhecido como Keyless Entry/Go.
Se você se distancia do carro, a porta não abre mais nesse método, podendo ser utilizado o sistema convencional. Para ligar o veículo a situação é a mesma: basta colocar o câmbio no neutro, pisar no freio e apertar o botão start/stop. E a chave? Continua no bolso do motorista.
Outro diferencial é o sistema uconnect, composto por uma tela colorida touch screen de 4,3 polegadas que controla todos os sistemas do veículo: desde o ar até o rádio. O Freemont pode ter até seis airbags, ABS, programa eletrônico de estabilidade, e sistema anticapotamento.
Dirigir o SUV é bastante prazeroso. Com ampla visão da estrada, o motor 2.4 com 172 cavalos responde de imediato as acelerações. As trocas de marcha nem são sentidas e o modelo, movido a gasolina, é bastante econômico. O carro pode ser encontrado em duas versões: precision e emotion.
O volante tem vários comandos de som e celular, que são interligados ao sistema multimídia. Na estrada, a estabilidade impressiona. Nas subidas e curvas o carro responde muito bem e facilita as ultrapassagens. O design também chama a atenção, com linhas bem definidas e características diferenciadas para a Fiat.
Espaço
Com capacidade para sete passageiros, o Freemont é o primeiro veículo da parceria entre Chrysler e Fiat e chega como top de linha da montadora italiana. Tecnologia não falta ao SUV, que impressiona, numa primeira olhada, pela quantidade de botões e sistemas diferenciados. Enquanto o termômetro, do lado de fora, marcava 30º, o sistema de ar-condicionado independente trizone, dentro do veículo, deixa a temperatura bastante agradável. O motorista escolhe uma temperatura, enquanto o caroneiro pode preferir outra. No banco traseiro, os passageiros também podem regular seu próprio ar-condicionado.
| Foto de Alexandre Baggio/JdeB |
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O conforto é prioridade e os sete passageiros têm grande visibilidade externa. O acesso a terceira fileira é facilitado com a abertura 90º da porta traseira. Além de ser a única com sete lugares na categoria, na segunda fileira de bancos outro diferencial: o sistema child booster, que eleva a parte central dos bancos e permite posicionar melhor as crianças com idade entre 4 e 7,5 anos.
O carro conta ainda com mais de 20 porta-objetos, amplo porta-malas (mais de 2 mil litros de capacidade). É um veículo para a família.
500
Outra novidade para test drive na Bevel é o 500. A diferença de tamanho entre o pequeno Cinquetento para o Freemont é gritante, mas isso não acarreta em menos conforto para o motorista. A propaganda já diz que tamanho não é documento e os equipamentos do pequenino também impressionam, com grande tecnologia embarcada.
O modelo, antes importado da Polônia, agora chega ao Brasil vindo do México, o que deixou o carro com valores super atraentes: a primeira versão custa aproximadamente R$ 39.900.
Considere que, com esse dinheiro, você leva um carro com ar-condicionado, direção elétrica, duplo air bag, freio ABS, CD player com MP3 embutido, rodas de liga e controles de tração e estabilidade. O que era um brinquedo de luxo, concorrente do Mini e do Smart, hoje é um carro que chega para brigar com veículos como o Picanto.
Testamos a versão com câmbio automático e as impressões são extremamente positivas. O espaço para o motorista e caroneiro são bons, com a vantagem da facilidade de manobrar. O câmbio é de fácil entendimento e o motor, com o mínimo de ruído, responde bem quando solicitado. As trocas de marchas são mais sentidas do que o Freemont, contudo, nada que cause desconforto. O acabamento interno, com o banco em duas cores e prezando pelos detalhes também chama a atenção.
Nas ruas, o Cinquecento é um show a parte. Muitos param para observar o carro desfilando. As manobras são facilitadas pela direção elétrica bastante leve e, nas estradas, a direção progressiva transmite cada vez mais segurança proporcional ao aumento de velocidade. As médias de economia de combustível surpreendem, tanto para o etanol quanto para a gasolina. Se o motorista não se acostuma com a direção levíssima, pode acionar a tecla Sport que deixa o carro mais agressivo. Mais um ponto para o 500, que agora deve estar cada vez mais presente na vida do brasileiro.
| Foto de Alexandre Baggio/JdeB |
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