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NEGÓCIOS
30 de julho de 2010

Engenheiros e arquitetos discutem formação de uma Comissão de Ética na Sudenge

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Por Cristiane Sabadin

A arquiteta e urbanista Marli Antunes Aoki, da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Cascavel (AEAC) elogiou a iniciativa do presidente da Sudenge em criar a comissão em Beltrão.
O Código de Ética profissional adotado pelo Confea através da resolução 1.002 de 16 de novembro de 2002, tem por finalidade difundir os preceitos éticos e as boas práticas de convívio entre os profissionais do sistema Confea/Crea, orientando seus dirigentes a criarem ou adequarem o funcionamento das suas próprias comissões de ética profissional.
Para discutir a ética na profissão e a criação de uma Comissão de Ética na Associação de Engenheiros e Arquitetos do Sudoeste do Paraná (Sudenge), a arquiteta e urbanista Marli Antunes Aoki foi convidada a participar de uma palestra sobre o tema em Francisco Beltrão. Marli está à frente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Cascavel (AEAC), onde a comissão existe desde 1993.
Segundo Marli, a comissão é uma ferramenta auxiliar das câmaras especializadas de acordo com o regimento do Crea-PR e tem atribuição de iniciar o processo ético ante denúncia, apurar o fato mediante recebimento e análise da denúncia, tomando os depoimentos dos envolvidos visando instruir o processo. “Nosso objetivo não é julgar o trabalho dos colegas, mas sim tentar que haja sempre uma conciliação”, explica a arquiteta. Marli elogiou o presidente da Sudenge, o engenheiro civil André Luiz Tomazoni, perante sua iniciativa de instalar a Comissão de Ética na entidade beltronense. “Acredito que será um marco para os profissionais de Francisco Beltrão e região implantarem a comissão. Essa ferramenta vai auxiliar o trabalho de quem já cumpre as leis e inibir àqueles que não a utilizam em seu dia a dia.”

 
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