Aqui em Francisco Beltrão, em muitos pontos há azaleias que na primavera explodem em flores e cores. É uma espécie que se desenvolve bem por aqui.
Circularam nos últimos dias nas redes sociais fotos de um ipê rosa, totalmente florido, na praça Virmond Suplicy. Muitas vezes uma única árvore coberta de flores muda por completo o ambiente no seu entorno, gerando muita beleza. Fico pensando como ficariam bonitos alguns lugares da cidade se tivessem mais flores. Em muitos casos, há como conciliar a arborização com a o colorido das folhagens. Basta escolher as espécies adequadas. Quem conhece Gramado, no Rio Grande do Sul, deve ter se encantado com as muitas espécies de hortênsias que embelezam a paisagem. Aqui em Francisco Beltrão, em muitos pontos há azaleias que na primavera explodem em flores e cores. É uma espécie que se desenvolve bem por aqui, mas certamente há muitas outras que poderiam ornamentar os nossos espaços públicos. Mais uma vez lanço a sugestão de que o acesso à Água Branca, seja ornamentado com esse tipo de flor. Imaginou como ficariam bonitos os barrancos da estrada cobertos de azaleias das mais diferentes variedades? Essa planta poderia ornamentar também os nossos parques, morro do calvário, acesso ao aeroporto e outros locais onde a natureza está sendo preservada. Certamente não é algo que custe muito dinheiro.
Para viabilizar a ideia, poderiam ser compartilhadas as tarefas, entre entidades de classe. Até mesmo jovens de projetos sociais poderiam ser mobilizados para concretizar esse projeto. Dividindo as funções, cada uma poderia ajudar um pouco. É pena que não exista nenhuma entidade da sociedade civil voltada para o meio ambiente na cidade. E o resultado seria magnifico. Como mudaria o aspecto dos principais acessos à cidade, no trevo do Alvorada e também na chegada de Marmeleiro, se tivéssemos centenas de pés de azaleias. Aí se concretizaria aquele velho sonho, acalentado na década de 80, de transformar Francisco Beltrão na cidade das azaleias, assim como Gramado é a terra das hortênsias.
Mais dois
A região da Unioeste, no Bairro Vila Nova, vai se verticalizando, a exemplo do que já ocorre com outros bairros da cidade. Mais dois prédios de grande porte estão para se tornar realidade nas imediações da instituição. Um deles já está sendo iniciado e o outro está sendo comercializado.
Pouco ajuda
Se considerar a demora de alguns motoristas para conseguir estacionar na Rua Tenente Camargo, na área central, talvez o mais conveniente fosse retirar os estacionamentos laterais no trecho da Avenida Luiz Antonio Faedo e da Rua São Paulo. Ontem, no início da tarde, alguém tentava estacionar. Como tinha que fazer a baliza para entrar na vaga, o motorista tentou uma, duas, três vezes e não conseguiu. O sinal abria e fechava e o tal cidadão, tentando colocar o carro na vaga. E a fila aumentando atrás dele. Tal cena se repete muitas vezes ao longo do dia. Pelo número pequeno de vagas que apresenta, vale a pena manter o estacionamento ali? Sem ele, o trânsito fluiria bem melhor.
Luiz Carlos Bággio é jornalista e apresentador da Rádio Onda Sul FM.





